quinta-feira, 20 de março de 2014

FRANCISCO

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Francisco
Nizan Guanaes
Bergoglio já é um símbolo do executivo moderno e, sem nenhum demérito nisso, um exímio homem de marketing.
Jorge Mario Bergoglio, no próprio dia de sua transformação em Papa Francisco, mostrou ao que veio. Em 24 horas, com foco, simplicidade e comunicação, desemparedou a Igreja Católica num dos momentos mais difíceis de sua história.
Um ano depois, segue o caminho da modernização, conquistando força dentro e fora da igreja para realizar a tarefa monumental que se impôs.
É uma das grandes lições em curso do management mundial. Um processo público de transformação de uma das maiores, mais importantes e mais veneradas instituições do planeta, com cerca de 1,2 bilhão de fiéis (o mesmo número de usuários do Facebook).
Azarão no conclave que o elegeu papa, Francisco não fez pesquisas nem testes para adotar a nova linha que quer dar à igreja. Foi intuitivo, consultou a alma. Como toda grande lição de gestão, esta é também uma grande lição de marketing.
Antes mesmo de aparecer na sacada do Vaticano como papa, ele recusou as vestes rebuscadas e optou pela simplicidade. Encontrou sua mensagem no DNA da igreja e usa todos os recursos do marketing para transmiti-la.
Mudou das vestes ao discurso, dos sapatos à postura, do carro à moradia. Veio anunciado por um sinal de comunicação ancestral, a fumaça branca, mas, ao completar seu primeiro ano papal, usou o Twitter para dizer aos seus mais de 3,5 milhões de seguidores: “Por favor, rezem por mim”.
Francisco sabe do enorme desafio pela frente e usa a comunicação 360 graus, desde o primeiro dia, para explicar sua missão e conquistar apoio.
Começou pelo nome. Francisco. Uma palavra rica de significados num mundo carente de significados, um freio de arrumação não só na Igreja Católica, mas na sociedade a quem deve guiar.
E não adianta só trocar os sapatos vermelhos da Prada por sapatos pretos mais simples, isso precisa aparecer. Não adianta só trocar o papamóvel luxuoso por um sedã popular usado pela classe média global, é preciso divulgá-lo. Afinal, comunicar sempre foi o papel da igreja. Para isso, foram escritos o Velho e o Novo Testamento. Jesus disse aos apóstolos: “Ide e anunciai o Evangelho”.
A mídia adora Francisco, especialmente a americana. Foi o primeiro papa na capa da revista “Rolling Stone”, escolhido o homem mais elegante do mundo pela “Esquire” e eleito Pessoa do Ano pela “Time”, nesta última, derrotando o espião-delator Edward Snowden, o que levou alguns cínicos a dizer que a revista optou pela figura capaz de vender o maior número de exemplares, dada a enorme popularidade de Francisco - inclusive entre não católicos.
É nesse mundo cínico, midiático e ultraescrutinado que Francisco conduz a igreja. Um mundo segmentado, com clivagens cada vez mais distintas da tradição católica. Um mundo saturado de apelos e estímulos. Não é mais o mundo da fé, mas o mundo dos registros, no qual, como definiu um dos fundadores do Google, é impossível apagar a história.
Nessa conjuntura terrena e movediça, Francisco opera seus milagres. Tocando sua trombeta no Twitter e tirando “selfies” na praça São Pedro, reúne forças para levar a igreja de volta ao centro e minar tradições rígidas que afastam alguns dos melhores fiéis.
Quando pediram a Francisco que se posicionasse sobre o homossexualismo, respondeu com um já célebre: “Quem sou eu para julgar?”.
Em um ano, sustentando discurso com prática, o papa convocou discussões sobre divórcio, uso de anticoncepcionais, união gay e métodos de contracepção; criou comissão sobre o abuso sexual de menores; adotou medidas para aumentar a transparência e a eficiência das finanças do Vaticano.
Como líder exemplar, age conectado aos anseios e ansiedades de seu rebanho, ou, em linguagem corporativa, de seus “stakeholders”.
Por isso mesmo, Bergoglio já é um símbolo do executivo moderno e, sem nenhum demérito nisso, muito pelo contrário, um exímio homem de marketing. Transformou, de forma fulminante, a imagem de uma instituição ancestral, transportando-a dos palácios do Vaticano para o meio da rua.
Como todo bom executivo, ele sabe que é do chão da fábrica que se sustenta uma organização.

ROUBO NO CARRO







Repasso mensagem recebida sobre captura de frequência de alarmes:
Amigo 1 escreveu:
Caros amigos,

Preciso relatar para que outras pessoas não passem pelo mesma situação.
Viajando para Capão da Canoa parei no Doces Maquiné para um lanche
(último sábado às 20 hs). Quando retornei ao carro, notei que alguém
havia entrado no automóvel porém não havia nenhuma marca de
arrombamento. Então, resolvi abrir o porta-mala. Levaram várias coisas
como computador e outros objetos importantes.
Segundo a polícia, este é o novo golpe: quando da saída do carro se
aciona o controle remoto para fechar as portas e a bandidagem tem um
aparelho que captura a frequência e desta forma o abre sem deixar
marcas. Sugestão da polícia: fechar o carro com a chave e não mais com
o controle.
É um crime novo e que está espalhado pelos shoppings, supermercados e
nas estradas.
Se cuidem e não deixem nada, nem no porta-malas.
Amigo 2 escreveu:
Deixei minha Tiguan na concessionária VW para revisão hoje, comentei
sobre o teu caso e eles confirmaram: o aparelho, que se compra no
Paraguai, captura a frequência e abre as portas!
O negócio é realmente usar a chave para trancar as portas. Isso para
os carros que ainda permitem abrir com a chave: o meu não...


quarta-feira, 19 de março de 2014

LETICIA SPILLER




Prezada Letícia,

Antes de mais nada, gostaria de dizer que admiro seu talento como atriz e também te considero muito bonita. Infelizmente, você tem endossado certas ideias um tanto estapafúrdias, aplaudido regimes nefastos como o cubano, e alegado que se arrepende de ter usado uma camisa com a bandeira americana no passado, chegando a afirmar que se fosse hoje usaria uma com o Che Guevara.

Ontem, sua casa no Itanhangá foi assaltada por bandidos armados, que lhe fizeram de refém enquanto sua filha dormia logo ao lado. Lamento o que você passou, pois deve ser, sem dúvida, uma experiência traumática. Nossa casa é nosso castelo, e se sentir inseguro nela é terrível, especialmente quando temos filhos menores morando com a gente. A sensação de impotência é avassaladora, e muitos chegam a decidir se mudar do país após experiências deste tipo.

O que eu gostaria, entretanto, é que você fosse capaz de fazer uma limonada desse limão, ou seja, que pudesse extrair lições importantes desse trauma que ajudassem a transformá-la em uma pessoa melhor, mais consciente dos reais problemas que nosso país enfrenta. Se isso acontecesse, então aquelas horas de profunda angústia não seriam em vão.

Como você talvez saiba, sou o autor do livro Esquerda Caviar, que fala exatamente de pessoas com seu perfil (aproveito para lhe oferecer um exemplar autografado, se assim desejar). Artistas e “intelectuais” ricos, que vivem no conforto que só o capitalismo pode oferecer, protegidos pela polícia “fascista”, mas que adoram pregar o socialismo, a tirania cubana ou tratar bandidos como vítimas da sociedade: eis o alvo da obra.

Essa campanha ideológica feita por esses artistas famosos acaba tendo influência em nossa cultura, pois, para o bem ou para o mal (quase sempre para o mal), atores e atrizes são formadores de opinião por aqui. Quando um Sean Penn, por exemplo, abraça o tiranete Maduro na Venezuela, ele empresta sua fama a um regime nefasto, ignorando todo o sofrimento do povo venezuelano. Isso é algo abjeto.

No Brasil, vários artistas de esquerda têm elogiado ditaduras socialistas, atacado a polícia, o capitalismo, as empresas que buscam lucrar mais de forma totalmente legítima, etc. Muitos chegaram a enaltecer os vagabundos mascarados dos black blocs, cuja ação já resultou na morte de um cinegrafista.

Pois bem: a impunidade é o maior convite ao crime que existe. Quando vocês tratam bandidos como vítimas da sociedade, como se fossem autômatos incapazes de escolher entre o certo e o errado, como se pobreza por si só levasse alguém a praticar uma invasão dessas que você sofreu, vocês incentivam o crime!

Pense nisso, Letícia. Gostaria de perguntar uma coisa: quando você se viu ali, impotente, com sua propriedade privada invadida, com armas apontadas para a sua cabeça, você realmente acreditou que estava diante de pobres vítimas da “sociedade”, coitadinhos sem oportunidade diferente na vida? Ou você torceu para que fossem presos e punidos por escolherem agir de forma tão covarde contra uma mãe e uma filha em sua própria casa?

Che Guevara, que você parece idolatrar por falta de conhecimento, achava que era absolutamente justo invadir propriedades como a sua. Afinal, o socialismo é isso: tirar dos que têm mais para dar aos que têm menos, como se riqueza fosse jogo de soma zero e fruto da exploração dos mais pobres. Você se enxerga como uma exploradora? Ou acha que sua bela casa é uma conquista legítima por ter trabalhado em várias novelas e levado diversão voluntária aos consumidores?

Nunca é tarde para aprender, para tomar a decisão correta. Por isso, Letícia, faço votos para que esse desespero que você deve ter sentido ontem se transforme em um chamado para uma mudança. Abandone a esquerda caviar, pois ela não presta, é hipócrita, e chega a ser cúmplice desse tipo de crime que você foi vítima. Saia das sombras do socialismo e passe a defender a propriedade privada, o império das leis, o fim da impunidade e o combate ao crime, nobre missão da polícia tão demonizada por seus colegas.

Te espero do lado de cá, o lado daqueles que não desejam apenas posar como “altruístas” com base em discurso hipócrita e sensacionalista, daqueles que focam mais nos resultados concretos das ideias do que no regozijo pessoal com as aparências de revolucionário engajado. Será bem-vinda, como tantos outros que já acordaram e tiveram a coragem de reconhecer o enorme equívoco das lutas passadas em prol do socialismo.













domingo, 16 de março de 2014

ARY VIDAL

vidal.tradission@ig.com.br Mar 14 em 9:50 PMParaHonório Tonial,

As sirigaitas vão ganhar uma gratificação,
Além de fazerem seus encontros com prazer
Vão ter mais essa bela e ótima remuneração...
E mais imposto vem para nós isso manter!
Abraço, Ary Vidal
Pensei que fosse piada, mas não é .....
Assunto: Senado aprova pagamento de bolsa prostituta de R$ 2.000,00

Senado aprova pagamento de bolsa mensal de R$ 2.000,00 para garotas de programa. Uma proposta polêmica, de autoria da senadora Maria Rita, do Partido dos Trabalhadores, foi aprovada na tarde de hoje por maioria de votos. Trata-se do pagamento de uma bolsa mensal no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para garotas de programa em todo país. “O objetivo da bolsa é dar a essas mulheres a possibilidade de terem uma vida mais digna, pois o dinheiro deve ser prioritariamente utilizado com prevenção de doenças”, explicou a senadora. Segundo ela, o projeto tem interesse público, pois também tem o objetivo de “disponibilizar pra clientela um serviço de melhor qualidade, já que as meninas poderão se cuidar melhor, pagar tratamentos estéticos, frequentar academias etc.” O projeto de lei vai ser submetido à sanção da presidente Dilma e deve entrar em vigor até o início da copa de 2014. É isso aí pessoal. Enquanto um professor da rede publica tem um piso salarial salarial de R$743,00 para formar cidadãos dignos uma prostituta ganha R$ 2000,00 para rodar bolsinha com qualidade.

sábado, 15 de março de 2014

IPHAN



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A +

Começam debates para elaboração de plano para o Patrimônio Cultural Imaterial

14/03/2014
Até o final do mês de março estará pronta a versão preliminar do Plano Setorial para o Patrimônio Cultural Imaterial do Conselho Nacional de Politica Cultural (CNPC). Uma comissão do Colegiado do Patrimônio Cultural Imaterial do CNC se reuniu no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para dar início à elaboração do plano.
Durante os dias do encontro, os integrantes da comissão dividiram os trabalhos, estabeleceram a estrutura, conceitos e macro programas que serão propostos ao Ministério da Cultura. O objetivo é que com essa reunião extra, proposta pelo IPHAN, fique pronta a primeira versão do plano. A redação final será consolidada pelo Instituto e apresentada na reunião do colegiado, em 11 de abril, quando os participantes vão debater o texto proposto.
O colegiado é parte do Conselho Nacional de Politicas Culturais e é formado por representantes do Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Educação, do IPHAN, Ministério da Cultura (SCDC) e sociedade civil. Ao todo, são 15 participantes que analisam as diretrizes da politica nacional de cultura. O Plano para o Patrimônio Cultural Imaterial deverá ser validado pelo Conselho Nacional de Politica Cultural até o final do ano.

sexta-feira, 14 de março de 2014

IPHAN


IPHAN.
Ofício n° 52/14GAB/DPI/IPHAN Brasília-DF 4 de fevereiro de 2014-03-14

A Sua Senhoria
HONÓRIO TONIAL
Assaproratabras
Associação dos Apresentadores de Programas de Rádio em Talian no Brasil.
Rua Marechal Rondon, 458
Erechim
99700-000. RS
Assunto: Inventário Nacional de Diversidade Lingüística
Referência Cultural do Brasil.
Senhor Presidente
- 1 Como etapa final do processo de regulamentação do Decreto7.387/2010, o Departamento do Patrimônio Imaterial instância Coordenadora do Inventário Nacional de Diversidade lingüística –INDL submeteu à avaliação técnica do INDL , em dezembro de 2013, o conteúdo dos projetos-piloto da metodologia do INDL desenvolvidos no âmbito da Política da Diversidade Lingüística, solicitando que deliberasse sobre pertinência do reconhecimento como “Referência Cultural do Brasil’ das línguas pesquisadas para
2 - A análise da CT_INDL, realizada a partir de técnico elaborada pelo DPI/IPHAN, levou em consideração, além do enquadramento da língua às categorias da Política, os conteúdos básicos exigidos para o seu reconhecimento oficial no que se refere à produção de conhecimento e documentação da língua, assim como aos processos de mobilização social e construção de anuência informada das comunidades envolvidas.
3 – Em relação ao projeto-piloto “Inventário da Diversidade Cultural da Imigração Italiana: o Talian e a culinária” coordenado pelo professor José Clemente Posenato e pela professora Marley Pertile por meio do Instituto Vêneto, deliberou-se que a língua objeto da pesquisa reúne os requisitos necessários para o reconhecimento como Referência Cultural do Brasil, necessitando da seguintes complementações:
i.sistematizar o acervo digital da documentação da língua, com amostras de seus usos e legendas em português ( mínimo de 15 minutos de gravações contínuas ou em clipes separados), baseando-se na diversidade de situações de usos sociais da língua e na representatividade dos usos específico;
ii. apresentar o áudio da lista de Swadsh usada no inventário.
- 4 Para que o reconhecimento da língua possa ser efetivado é necessário, além das complementações indicadas pela CT-INDL atender aos demais requisitos formais previstos
Para o processo de instrução, entre eles, a readequação dos conhecimentos produzidos pelo inventário em formulário específico, que será fornecido no momento oportuno.
- 5 Considerando que a ASSAPRORATABRAS foi a instituição proponente do reconhecimento do Talian como patrimônio cultual através do ofício encaminhado ao IPHAN em 2001, solicitamos que a Instituição se manifeste quanto ao interesse de dar continuidade so processo de reconhecimento, para que possamos agendar reunião específica para esclarecimento e construção de entendimentos acerca das próximas etapas.Colocamo-nos a disposição para maiores esclarecimentos.
Atenciosamente. CELIA CORSINO

Diretora do Departamento do Patrimônio Imaterial /IPHAN


terça-feira, 11 de março de 2014

BISPO CATÓLICO

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BISPO CATÓLICO CONSTRANGE SENADO FEDERAL

Bispo recusa comenda e impõe constrangimento ao Senado Federal
Num plenário esvaziado, apenas com alguns parlamentares, parentes e amigos do homenageado, o bispo cearense de Limoeiro do Norte, Dom Manuel Edmilson Cruz, impôs um espetacular constrangimento ao Senado Federal, ontem. Dom Manuel chegou a receber a placa de referência da Comenda dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara das mãos do senador Inácio Arruda (PCdoB/CE). Mas, ao discursar, ele recusou a homenagem em protesto ao reajuste de 61,8% concedido pelos próprios deputados e senadores aos seus salários.
“A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi Dom Hélder Câmara.
Desfigura-a, porém. De seguro, sem ressentimentos e agindo por amor e com respeito a todos os senhores e senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la”.
O público aplaudiu a decisão. O bispo destacou que a realidade da população mais carente, obrigada a enfrentar filas nos hospitais da rede pública, contrasta com a confortável situação salarial dos parlamentares.
E acrescentou que o aumento “é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão contribuinte.
Fere a dignidade do povo brasileiro que com o suor de seu rosto santifica o trabalho diário.



Parabéns Dom Manuel!!!