sábado, 16 de janeiro de 2016

O NASCIMENTO


To:


---------- Mensagem encaminhada ----------
De
Data: 14 de janeiro de 2016 13:12
Assunto: Hospital "da Zelite"!
Para:


As Betes e as Cidas aplaudem emocionadas! Que lindo deve ser o netinho da Capivara, um capivarinho!
LZ



A história está mal contada: não havia vaga no SUS, por isso foram para o Moinhos, só pode ser isso! KKKKK!
RK

 
 
Em Terça-feira, 12 de Janeiro de 2016 9:47,
 

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Depoimento do Dr Luciano Pires, do Rio Grande do Sul:
 
E agora nasce o neto da presidenta SOCIALISTA do Brasil no Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre, unidade de saúde elitista, utilizada pela elite branca opressora, capitalista, neoliberal! E além de a nossa grande líder vermelha utilizar o dinheiro do país para vir com o seu avião presidencial até aqui para conhecer o neto, um gasto descabido, fecha 4 leitos da ala mais privativa do Moinhos, onde as diárias chegam a R$10.000,00, e impede a livre circulação de médicos e funcionários do hospital.
 
Esses são os socialistas brasileiros!
 
E nós, sina de gado, continuamos de cabeça baixa, costeando o alambrado!
Hipocrisia e mentira é pouco pra qualificar essa gente!
 
 

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Cerveró pode complicar Lula
Poder | 01:30
Em delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró liga o ex-presidente Lula a empréstimo considerado fraudulento pela operação Lava Jato.
Cerveró disse que, em 2008, Lula, que era presidente na época, deu um cargo público para ele em troca da ajuda para quitar um empréstimo de R$ 12 milhões. É a primeira vez que um delator do caso envolve o petista diretamente no esquema de corrupção. O Instituto Lula informou que não iria se manifestar sobre as declarações.
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CERVERÓ

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Cerveró

sábado, 9 de janeiro de 2016

HÁ ALGO DE PODRE...

HÁ ALGO DE PODRE NO REINO PETISTA

por Roberto Freire. Artigo publicado em
Enquanto exige que os brasileiros façam sacrifícios em meio a uma das maiores crises econômicas de nossa história, Dilma Rousseff não parece se importar com gastos elevados ou desperdício de dinheiro público em seu governo. O escandaloso aparelhamento do Estado pelo PT mereceu destaque em reportagem de “O Globo”, a partir da abertura de uma investigação do Ministério Público Federal que analisa suposto conflito de interesses e manipulação de informações privilegiadas na distribuição de cargos-chave na Esplanada dos Ministérios e em empresas estatais como Eletrobras, Petrobras e Banco do Brasil.
A farra petista, como já se poderia imaginar, teve início ainda sob Lula na Presidência da República. Nos oito anos em que comandou o país, segundo dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape), mantido pelo Ministério do Planejamento, o chefão do PT criou nada menos que 18,3 mil cargos de confiança. Apesar de se apresentar como uma líder austera que está disposta a cortar até o próprio salário, Dilma instituiu mais de 16,3 mil nos quatro anos de seu primeiro mandato – na média, os governos petistas criaram oito novos postos por dia na já inchada máquina estatal. Em um novo capítulo do estelionato eleitoral que vem protagonizando diariamente, é bom lembrar que a presidente da República descumpriu mais uma de suas promessas ao desistir do corte de 3 mil cargos comissionados que chegou a anunciar publicamente na tal reforma administrativa.
Com 618 mil funcionários na ativa, Dilma conta com uma força de trabalho que supera em 26% a que Lula tinha à disposição - o chamado custo de pessoal deve ultrapassar R$ 100 bilhões neste ano, o que corresponde a um aumento de 58% desde janeiro de 2003. Há casos emblemáticos e acintosos, entre os quais o de um funcionário da endividada Eletronorte, do grupo Eletrobrás, que embolsou R$ 152 mil em apenas um mês – um terço desse valor somente como participação nos resultados da estatal.
A redução em 10% do salário da presidente, do vice e dos 31 ministros a partir de novembro, anunciada com toda a pompa como se representasse algo substancial, não esconde a escalada dos gastos do atual governo. No ano passado, a Presidência custou aos cofres nacionais R$ 9,3 bilhões, 210% a mais do que em 2005. Em 2014, as despesas administrativas diretamente vinculadas a Dilma alcançaram extraordinários R$ 747,6 milhões, recorde no primeiro mandato.
De acordo com dados fornecidos pela própria Secretaria de Administração da Presidência ao Portal da Transparência, pouco mais da metade desse montante (R$ 390,3 milhões) serviu para pagar assessoria e serviços prestados a Dilma nos palácios onde reside e trabalha e também durante as viagens. No mesmo ano, a rainha Elizabeth II, chefe da monarquia britânica, teve um gasto equivalente a R$ 196,3 milhões, segundo relatório da Casa Real. Ou seja, Dilma Rousseff custa mais para os brasileiros do que a família real para os britânicos – o que, evidentemente, é um absurdo completo, um verdadeiro deboche contra a nação, tão vilipendiada pela corrupção do lulopetismo.
Os abusos indesculpáveis no gasto do dinheiro público contrastam com a defesa intransigente do famigerado ajuste fiscal, que, na prática, não representa nada de significativo. O governo só quer aumentar a carga tributária, penalizando o cidadão com mais impostos, ao invés de cortar na própria carne. Diante de tamanho desmantelo, precisamos ter a consciência de que o país só conseguirá superar a crise com um novo governo – mais eficiente, mais transparente e que conte com a confiança da população. Há algo de podre no reino de Dilma Rousseff, que cairá de maduro mais cedo ou mais tarde. A farra do PT, para desalento daqueles que tomaram de assalto o Estado brasileiro e se locupletam das benesses do poder, está com os dias contados. Impeachment já!
 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A CULPA É DA CHINA

Então, a culpa é da China!

Agora a culpa do desastre econômico não é mais da Dilma, das pedaladas, do Lula e da incompetência governista. É da China!


Então, a culpa é da China!
A coluna Grita Brasil é publicada às quintas
“A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser” – Homer Simpson (um sábio em minha opinião).
Operou-se o “milagre” que todo petista queria. Achar um bode expiatório para todos os males que acometeram, acometem e acometerão o país. E o bode é chinês.
No segundo dia útil do ano: “China derruba mercados e agrava incerteza global”. Uau.
É claro que issochina-loog não foi uma coisa de repente irão dizer os petistas, por isso o verbo acometer no passado também.
Ah, então é isso. A culpa não é mais das estrelas, das péssimas escolhas da Dilma, das pedaladas da Dilma, da Dilma em si, do Lula, da incompetência governista petista. Nem pensar em culpar a situação como se fossem frutos dos desvios e roubos, dos mal feitos, muito menos da corrupção. Corrupção? Que corrupção? A que estava ali? Ué, mas não tem nada lá? Vai ver roubaram até a corrupção.
A verdade (deles) é essa. Tanto que fontes amigas dizem que Dilma que não sabe se a CPMF irá realmente vingar, então que ela já estuda aumentar o imposto de produtos chineses e das pastelarias, pois elas estariam se beneficiando da não cobrança de encargos pela estocagem de vento, hoje artigo fundamental para tirar o país da dependência das termoelétricas. Então, o brasileiro que quiser comer pastel de vento com lascas de queijo certamente irá pagar mais caro. Assim como já está pagando mais caro pelo transporte público. E viva 2016 que nem começou ainda. Quer dizer, teoricamente começou, mas na prática ainda não. Quer dizer (de novo), para eles não começou, pois para os relés mortais ele começa desde a primeira hora do primeiro dia útil do ano.
Notícia muito ruim para nossos amigos paulistas que provavelmente terão que mudar de hábitos e a dupla pastel e chopp fica bem comprometida, até porque Dilma já aumentou o imposto sobre bebidas e destilados. Quem sabe agora a coxinha de galinha comece a ter mais saída?
A bem da verdade é que temos que torcer para o governo começar a fazer o dever de casa, mas pelo que vemos a coisa é muito mais complicada. Se eles ainda não aprenderam com seus próprios erros e teimam em florear a situação, igual fez seu Lula dizendo que tudo era só uma marolinha, vejo trevas no ano de 2016.
E nem é caso de ser pessimista ou otimista. Até na capa da “The Economist” a previsão é de um 2016 desastroso para o Brasil. Fora que é o que a situação nos diz. Desemprego, falências, férias coletivas, inflação, total desestabilidade política, recessão, um processo de impeachment em andamento e o país perdendo seu grau de investimento a cada nova avaliação.
Isso tudo sem falar se tivermos mais alguma Caixa de Pandora aberta sem nem termos concluído ainda o escândalo da Petrobras.
Sem querer tocar o terror, acho que a próxima Caixa de Pandora a ser aberta será a do BNDES que carrega automaticamente Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Deus salve o Brasil. Se é que ainda há salvação.
No país do imposto!
Não é possível que o governo ainda estude formas de nos taxarem mais, depois do Impostômetro registrar a marca recorde de R$ 2 trilhões nós pobres mortais.imposto
Como pode um país com uma carga tributária de arrepiar os cabelos de qualquer ser humano, e com uma arrecadação tamanha não conseguir pagar suas contas e reverter esse dinheiro em qualidade de vida justamente de quem contribui religiosamente como se fosse um carnê do Baú da Felicidade. Sim, só que a felicidade é somente de quem se beneficia do uso dessa dinheirama toda.
É claro que uma coisa ou outra eles até fazem, mas com esse montante era para sermos uma Suíça só que com temperaturas tropicais.
Por isso invejo cada vez mais o brasileiro que consegue abandonar o barco via aeroporto internacional da sua cidade.
Começo a achar que ficar aqui e tentar mudar ainda alguma coisa é para os fracos. E por enquanto podem me considerar um fraco, mas eu estou trabalhando para ficar mais forte.
Salve as baleias. Não jogue lixo no chão. Não fume em ambientes fechados.

ANTONIO ARI POLETO

Gran amico Tonial A Nderomai novanta ani indrio el Paron del mondo te ga comandá a vegner intra de noantri, col compromesso de insegnar a leder e scriver a la nostra giuventu, e anca a noantri com depi ani in schena.
Peró Dio se gá inacorto che cuei nostri noni e migranti taliani, i gá scumicia finir-se: vui dir morir, um drio laltro.
Dio te ga ciama nantra volta El ga dito Honorio come te si ncora in gamba te toca de desso in vanti insegnar

domingo, 3 de janeiro de 2016

DILMA É IRRESPONSÁVEL

Início » Brasil » Política » Para ‘Economist’, Dilma é irresponsável

BRASIL EM CRISE

Para ‘Economist’, Dilma é irresponsável

Revista critica irresponsabilidade na gestão de Dilma e diz que se ela falhar em conter a recessão pode comprometer os avanços sociais que são a maior bandeira do PT

Para ‘Economist’, Dilma é irresponsável
Texto diz que presidente gastou de forma extravagante e insensata (Foto: Agência Brasil)
O ano de 2016 será desastroso para o Brasil. É o que prevê uma matéria publicada na mais recente edição da revista Economist.
Com o título “A queda do Brasil: Dilma Rousseff e o desastroso ano que vem pela frente”, a matéria tece um cenário nada positivo para o país. O texto lembra o rebaixamento do rating do Brasil pelas agências de classificação de risco Fitch e Standard & Poors, a saída do ministro Joaquim Levy da Fazenda e a dificuldade da presidente Dilma Rousseff em estabilizar as contas públicas.
“Como o “B” dos BRICS, o Brasil deveria estar na vanguarda dos emergentes em crescimento econômico. Em vez disso, enfrenta crise política e talvez o retorno da hiperinflação. Somente escolhas difíceis podem colocar o Brasil de volta em seu rumo. Mas no momento Rousseff não parece ter estômago para elas”, diz a revista.
De acordo com a revista, a crise no Brasil tem como embrião a mesma crise que afetou todos os países emergentes: a queda no preço das commodities. Mas Dilma e seu partido de esquerda conseguiram tornar uma situação ruim em algo ainda pior.
“Em seu primeiro mandato, entre 2011-14, ela gastou de maneira extravagante e insensata em elevadas pensões e incentivos fiscais para setores da indústria. O déficit fiscal aumentou de 2% do PIB em 2010 para 10% em 2015”.
A revista finaliza a matéria classificando Dilma como irresponsável e afirmando que se a presidente falhar em sanar a situação pode fazer a dívida pública crescer ainda mais, o que comprometerá os avanços sociais tidos como a maior conquista do governo petista.
“A conquista do Brasil foi tirar dezenas de milhões de pessoas da pobreza extrema. A recessão poderá paralisar ou mesmo reverter este processo”,