quinta-feira, 28 de novembro de 2013

CUSTO LULA


A Presidente Graça Foster, da Petrobras, meteu a toga do Ministro Joaquim Barbosa e está botando pra quebrar...
Estilo Graça Foster pode gerar rebelião na Petrobras, ou no PT inteiro.
A nova presidente da Petrobras decidiu comprar uma briga daquelas,em véspera de ano eleitoral. Ela quer cancelar todos os contratos de patrocínio da estatal e já provoca uma gritaria entre políticos da base aliada.
Dias atrás, a presidente da Petrobras, Graça Foster, fez uma conferência com investidores e foi de uma sinceridade atroz. Reduziu de 3,1 milhões para 2,5 milhões barris/dia a meta de produção da empresa para 2016. “Os números não eram realistas.”
Além disso, cancelou projetos de várias refinarias e manteve apenas a Abreu e Lima, em Pernambuco, que custará nove vezes mais do que o previsto – o orçamento foi de R$ 4,75 bilhões para R$ 42 bilhões. Graça já havia demarcado seu território, ao demitir diretores que haviam sido indicados politicamente, inclusive pelo próprio PT.
Agora, ela decidiu comprar uma nova briga, segundo informa a coluna do jornalista Ilimar Franco, no jornal O Globo, na nota “Fim da farra”:
A presidente da Petrobras, Graça Foster, decidiu segurar e rever todos os patrocínios concedidos pela empresa. Sua posição atinge eventos, congressos, publicações, filmes, projetos culturais e conferências setoriais e temáticas promovidas pelo governo federal e que tinham patrocínio da estatal. Os marqueteiros petistas estão em polvorosa e, atônitos e irritados, perguntam: "Quem essa Graça Foster pensa que é? A Dilma da Dilma?"
Graça tem o respaldo da presidente Dilma Rousseff, mas seu estilo tem gerado críticas no PT. Seu antecessor, José Sergio Gabrielli, é amigo pessoal do presidente Lula.
Além disso, ao criticar as “metas irreais” da era Gabrielli, *ela também critica, indiretamente, a era Lula*. A conferência de Graça Foster com investidores ensejou o artigo “O custo Lula”, publicado pelo jornalista Carlos Alberto Sardenberg. Leia:
- Há menos de três anos, em 17 de setembro de 2009, o então presidente Lula apresentou-se triunfante em uma entrevista ao jornal Valor Econômico. Entre outras coisas, contou sem meias palavras, que a Petrobras não queria construir refinarias e ainda apresentara um plano pífio de investimentos em 2008. “Convoquei o conselho” da empresa, contou Lula. Resultado: não uma, mas quatro refinarias no plano de investimentos, além de previsões fantásticas para a produção de óleo. Em 25 de junho último, a Petrobras informa oficialmente aos investidores que, das quatro, apenas uma refinaria, Abreu e Lima, de Pernambuco, continua no plano com data para terminar. E, ainda assim, com atraso, aumento de custo e sem o dinheiro e óleo da PDVSA de Hugo Chávez. Todas as metas de produção foram reduzidas. As anteriores eras “irrealistas”, disse a presidente da companhia, Graça Foster, acrescentando que faria uma revisão de processos e métodos. Entre outros equívocos, revelou que equipamentos eram comprados antes dos projetos estarem prontos e aprovados, o que é um verdadeiro absurdo. Ela disse ainda sobre os custos disso tudo para a Petrobras. Graça Foster informou que a refinaria de Pernambuco começará a funcionar em novembro de 2014, com 14 meses de atraso em relação à meta anterior, e custará US$ 17 bilhões, três bi a mais. Na verdade, as metas agora revistas já haviam sido alteradas. O equívoco, visto desde o princípio, é muito maior. Quando anunciada por Lula, a refinaria custaria US$ 4 bilhões e ficaria pronta antes de 2010. Como uma empresa com importância da Petrobras pode cometer um erro de planejamento desse tamanho? A resposta é simples: a estatal não tinha projeto algum para isso, Lula decidiu, mandou fazer e a diretoria da estatal improvisou umas plantas. Anunciaram e os presidentes fizeram várias inaugurações.
O nome disso é populismo. E custo Lula. Sim, porque o resultado é um prejuízo para os acionistas da Petrobras, do governo e do setor privado, de responsabilidade do ex-presidente irresponsável e da diretoria que topou a montagem desse cenário de mentiras.
Tem mais na conta. Na mesma entrevista, Lula disse que mandou o Banco do Brasil comprar o Votorantim, porque este tinha uma boa carteira de financiamento de carros usados e era preciso incentivar esse setor. O BB comprou, salvou o Votorantim e engoliu um prejuízo de mais de bilhão de reais, pois a inadimplência ultrapassou todos os padrões. Ou seja, um péssimo negócio, conforme muita gente alertava. Mas como o próprio Lula explicou: “Quando fui comprar 50% do Votorantim, tive que me lixar para a especulação”.
Quem escapou de prejuízo maior foi a Vale. Na mesma entrevista, Lula confirmou que estava, digamos, convencendo a Vale a investir em siderúrgicas e fábricas de latas de alumínio. Quando os jornalistas comentam que a empresa talvez não topasse esses investimentos por causa do custo, Lula argumentou que a empresa privada tem seu primeiro compromisso com o nacionalismo.
A Vale topou muita coisa vinda de Lula, inclusive a troca do presidente da companhia, mas se tivesse feito as siderúrgicas estaria quebrada ou perto disso. Idem para o alumínio, cuja produção exige muita energia elétrica, que continua sendo a mais cara do mundo.
Ou seja, não era momento, nem havia condições de fazer refinarias e siderúrgicas. Os técnicos estavam certos. Lula, pra variar, estava errado.
As empresas privadas foram se virando, mas as estatais se curvaram.
Ressalva: o BNDES, apesar das pressões de Brasília, não emprestou dinheiro para a PDVSA colocar na refinaria de Pernambuco. Ponto para seu corpo técnico.
Quantos outros projetos e metas do governo Lula são equivocados? As obras de transposição do rio São Francisco estão igualmente atrasadas e muito mais caras.
O projeto do trem bala começou custando R$ 10 bilhões e já passa dos 35 bi.
Assim como se fez a revisão dos planos da Petrobras, é urgente uma análise de todas as demais grandes obras. Mas há um outro ponto, político. A presidente Dilma estava no governo Lula, em posições de mando na área da Petrobras. Graça Foster era da diretoria da estatal. Não é possível imaginar que Graça Foster tenha feito essa incrível autocrítica sem autorização de Dilma.
Ora, será que as duas só tomaram consciência dos problemas agora? Ou sabiam perfeitamente dos erros então cometidos, mas tiveram que calar diante da força e do autoritarismo de Lula?
De todo modo, o custo Lula está aparecendo mais cedo do que se imaginava. Inclusive na política.
Foster terá que contar agora com muito respaldo de Dilma, para não ser atingida, em breve, pelo fogo amigo.
Se quiser testar o caráter de alguém, dê poder a ele.(Abraham Lincoln)




terça-feira, 26 de novembro de 2013

Artigo do Jornal o Globo


Livro "Década perdida”, de Marco Antonio Villa, disseca os dez anos de PT no poder (Reprodução/Blog do núcleo) 'Década perdida'
Recordar é viver
'O PT aprofundou o processo de desmoralização da política', acusa Villa. Ser 'amigo do rei' nunca foi tão importante para o sucesso
por Rodrigo Constantino

26 de novembro, 2013

fonte | A A A “O Brasil de hoje é uma sociedade invertebrada. Amorfa, passiva, sem capacidade de reação. É uma República bufa, uma República petista.” Assim conclui Marco Antonio Villa em seu novo livro, “Década perdida”, onde disseca os dez anos de PT no poder. É um trabalho conciso de historiador, resgatando os principais acontecimentos desta triste época.

Villa optou por um relato cronológico, expondo os fatos mais marcantes de cada ano. Basta relembrar a quantidade infindável de escândalos para derrubar todos os mitos criados pelo PT, inclusive o maior deles: o de que Lula é um operário que chegou ao poder para mudar tudo e beneficiar os mais pobres.

O lulismo, ao contrário, foi um grande passo na mesma direção do que há de pior em nossa política. O patrimonialismo foi fortalecido, as oligarquias corruptas nunca tiveram tanto poder, os sindicatos jamais foram tão vendidos, o aparelhamento da máquina estatal foi total. A tudo isso, somou-se o culto à personalidade, o messianismo típico das republiquetas populistas latino-americanas.

Dispostos a tudo pelo poder, Lula e o PT abusaram das mentiras, das práticas mais nefastas na política, das alianças indigestas com os velhos “picaretas” acusados pelo partido, do mensalão, o maior esquema já visto para tentar controlar o Congresso e destruir a democracia.

O que Villa faz é mostrar um filme do enorme estrago causado pela passagem do PT pelo poder nessa década. Com fortes ventos favoráveis vindos de fora, basicamente pelo elevado crescimento chinês e o baixo custo do capital no mundo, o Brasil teve desempenho econômico medíocre.

Crescemos bem menos do que a média dos emergentes, e com inflação bem maior. O pouco que crescemos se deu por fatores insustentáveis, como o irresponsável endividamento do governo e das famílias, estimulado pelo próprio governo. Faltou um projeto de país, e sobrou a visão míope de se pensar apenas nas próximas eleições.

O engodo que foi o lulismo, incluindo dois anos de sua “criatura” Dilma, fica evidente no livro, com a quantidade absurda de promessas irreais, factoides criados somente de olho nas campanhas eleitorais. Foi a era do marqueteiro, tudo voltado às aparências, sem preocupação com resultados concretos.

O desrespeito com as instituições republicanas foi total, chegando várias vezes ao escárnio. “O PT aprofundou o processo de desmoralização da política”, acusa Villa. Ser “amigo do rei” nunca foi tão importante para o sucesso. As bases da pirâmide foram compradas com esmolas, no pior estilo coronelista, e o topo, representado pelo grande capital, teve o BNDES a seu dispor, em magnitude jamais vista.

Os artistas também se venderam pelo “apoio cultural”. Nada mais é realizado nesta área sem que tenha a participação estatal, criando-se uma relação de completa dependência. A esquerda caviar e o PT desenvolveram uma simbiose umbilical, destruindo qualquer chance de integridade artística na maioria dos casos.

No âmbito externo e diplomático, o lulismo também deixaria sua marca podre. O Itamaraty tem sido responsável por vexames internacionais, deixou de lado sua tradicional postura de isenção, aderindo ao bolivarianismo e se alinhando aos piores ditadores. O viés ideológico e os objetivos partidários estiveram acima dos interesses nacionais. O Mercosul é um atraso de vida, e acordos bilaterais de livre comércio não foram selados por culpa do PT.

Por trás de tudo isso, como aponta Villa, há uma oposição acovardada, tímida, incapaz de combater com determinação o avanço do lulismo. Em 2005, essa postura equivocada ficou evidente, no erro estratégico de deixar o PT sangrar com o mensalão na expectativa de derrotá-lo nas urnas. Foi um marco do “vale tudo” adotado por Lula. Sua vitória foi a derrota da ética, a morte da jovem República ainda em construção.

Como o autor reconhece, não será nada fácil tirar o PT do poder. Primeiro, porque muitos grupos de interesse foram capturados. O PT transformou as estatais e seus poderosos fundos de pensão em instrumentos partidários. “Estabeleceu uma rede de controle e privilégios nunca vista na nossa história.”

Segundo, porque boa parte da população parece não se dar conta do que é o PT, um partido que sequer respeita seu próprio estatuto, preferindo defender, em vez de expulsar, criminosos condenados em última instância pelo STF, com ministros escolhidos pelo próprio PT. O povo tem memória curta. E aqueles que não se lembram do passado estão condenados a repeti-lo. O livro de Villa é um antídoto contra esse esquecimento. Leiam!



*Artigo publicado originalmente no jornal Globo.

domingo, 24 de novembro de 2013

EL NOVÌSSIMO TALIAN



EL NOVÌSSIMO TALIAN
Honório Tonial

Me poro pupà lera un maestro chel insegnea la dotrina, leder e scriver e le quatro conte. No podea mancarghe la taboada. de moltiplicar
“- A,e,i,o,u” scominsea el primo libro Cartilha Maternal de João de Deus.
La ùltima lession la gavea el tìtolo de Hino de Amor.
“ Andava um dia, em pequeninho,
Nos arredores de Nazaré,
Em companhia de São José
O bom menino, o bom Jesus...”
Dopo , vignia el secondo libro, el terso libro, la Seleta e el Manuscrito.
- Chi de noantri no recorda la bissaca, el canoto, la tabela, la steca, la caneta, la pena el tintiero..!?
La recreassion e el zugo de Campo, ntea ora del merendin, i deventa momenti de eterno ricordo !
Poche olte son ndato in “preson” durante el zugo, parché corea come un lampo e i me compagni i vignia liberarme suito.
Zugheimo anca el “fassoleto, la sentura e i quatro cantoni”.
- Quanta nostalgia !
Magari, in scola se imparea come i papagai che i sa parlar ma no i capisse mia.
Mi catea strania la espression “Boa Tarde” invessi de dir “ Bona sera”
E le nostre prime cansion..: Ciareto Su Quel Monte, Angelina, Pelegrin Che Vien de Roma, La Bela Violeta, El Massolin de Fiori, e tante altre.
La nostra comunità dea Ligna Boa Vista, capela dea Madona del Caravaio, a Sananduva la era composta solo de taliani.
Par órdine geogràfica del posto dele case, se gavea: queste fameie:
1 – Bepo ( José) Tartari ( Chinaia)
2 – Gioan ( João) Tartari ( Chinaia)
3 – Valente Fracasso
4 – Iano ( Valeriano) Fracasso
5 – Mathias Tonial ( Maestro )
6 – Cencio ( Vicente ) Tonial
7 – Gaitan ( Caetano) Perondi,
8 - Toni (Antonio) Picinin ( D’Oro)
9 – Giorgio (Jorge) Picinin
10 - Toni ( Antônio) Perondi.
11 – Selmo ( Anselmo ) Perondi
12 – Carlin ( Carlos) Perondi
13 – Gioan ( João) Bachi ( Copà ntea revolussion )
14 - Dosio Bachi ( Teodosio ) Bachi
15 – José (Bepi) Bachi
16 –Gioani ( João) Giusti
17 – Gigio ( Luiz ) Bruneto
18 - Gigioaio ( Luis ) Dallaio
19 – Gin ( Joãozinho) Tartari (Chinaia)
20 – Gioan ( João) Amadei ( Madei)
21 - Toni ( Antônio ) Amadei ( Madei) , mandolin)
Bisogna dontargue la presensa dele done, con i so cognomi:
Boareto. Dagani, Ghindani, Bertoncelli, Dalla Santa, Gregolin e altre che no ricordo.
Come esempio, femo el nostro registro:
Me poro nono paterno Antônio Tonial, lera de Caneva, Sacille, Pordenone.
La nona paterna Elisabeta Moro la era de Vicenza, Veneto.
El me nono materno, Francisco Dagani ( Fasolin) lera de Cremona, dea Lombardia
La me nona materna Ernesta Bachi la era de Mantoa, Lombardia.
Alora sarò Furlan ( Friulano), Visintin, Cremones Matoan, o sia friuli-Veneto-Lombardo.
Recordemo i primi abitanti del Rio Grande do Sul: Milanesi de nome, Luigi Sperafico, Stefano Cripa e Tommaso Radaelli che i ga fondà Nova Milano, distrito de Farroupilha.
Sto preàmbolo el fa vegner in mente na dimanda:
- Qual la orìgine del Talian?
Dentro dea imaginassion e a ben dea verità, gavemo la maioransa dei veneti, ntrà i imigranti.
Ma ntea diglosia dialètica nostra, cataremo veri nidi de dialeti:
Furlani, mantoani, trentini, cremonesi, bassanesi, padoani, feltrini, bergamaschi, napolitani, etc.
Tuti confinai ntea selva, con tute le agrure del isolamento e la mancansa de tante necessità.
E le malatie?: E i perìcoli dea natura?
Saria na vera babele rissercar la orìgine etimològica dei diversi dialeti , tanti de questi, belche sparidi o desfadi ntel Talian.
Alora, noantri gavemo imucià la maniera de farse capir, dele nostre persone dea comunità e ga resultà na vera “menestra”, sensa o con poche predominanse, na vera filantropia che la ga ricevesto el nome de TALIAN.
- Come e ndove lè stà fato sto batésimo?
El movimeno el ga tante radise.
A Seraina Corréa i ga fato el primo registro ntea Prefeitura,
Diversi scritori i ga publicà i so libri de Storie e Fròtole, scominsindo con Naneto Pipeta de Achiles Bernardi., i libri de Darcy Loss Luzzatto , la Editora EST, comandada par el Talianìssimo Rovilio Costa editando tanti scritori de Caxias do Sul, Erechim, Santa Maria, Flores da Cunha, Bento Gonçalves e diversi altri munissìpii del Brasil.
Movimenti par meso dele pogramassion radiofóniche e publicassion ntei giornai i ga fortificà sto bel laoro.
Ma, la pia batesemal del Talian la ga bio la culminansa al tèrmino de diverse reunion.
A Serafina Corréa el Architeto Julio Posenato el ga apresentà la sugestion, ben fundamentada del vocàbolo TALIAN con consenso de tuti i participanti.
Luzzatto, Costa, Massolini, Nicheti, Arroque, Maneco, Tonial, Lago, Pilotto , Beltran e Alberti i ga concordà par unanimità.
Ghe nassesta la idea de pareciar na Cartilia del Talian, par scominsiar a insegnarlo ntele scole.
Honório Tonial el ga fato la sàgoma del libro ADESSO IMPAREMO che Luzzatto el ga fato la revision, la editorassion e la impression
El se ga tornà paron dei diriti autorai.
Me toca far un registro spessil al pofessor Giovanni Meo Zilio, de Conegliano, Italia chel ga dato el so valioso contributo al risgato del idioma dei nostri imigranti.
Con na verba del Governo Italiano e la so presensa inaugural gavemo fato un Curso de Talian ntea URI de Erechin.
Silvio Santin, Helena Confortin, Honório Tonial e Vitor Nardeli i ga ministrà le programassion convensionade.
Anca, sentimo la necessità de mensionar i Incontri dei Corai e le Reunion dele Fameie.
Diverse organisassion come : El Gilè, Grupo Avanti, Mìseri Coloni, Fabricheta de Rider, Edgar Marostica Marmentini, Terra del Pin, e tante persone e entità de cantori e dramatisassion che no ricordo nte sto momento, le deventa la salvassion del nostro Talian.
Come smentegar Alcides Canton e Valerio Zanin col importante laoro ntea Television?
I se mèrita el nostro ringrassiamento.
Vien nantra dimanda:
- Cosa semo drio far par salvar el Talian?
Dispiase segnalar che serte entità che le se dise “venete” le insegna e le parla el Italiano Ofissial e le consìdera el Talian come “dialeto dei contadini.”
Fa vegnar in mente el lupo vestio de piégora, o la volpe con le ciave dea porta del ponaro.
Volemo dir chel Talian lè la scala par rivar al italiano ofissial.
- No lè mia vero che i visitanti italiani i se remira quando i scolta i oriundi parlar come i so antenati?
Depi de 90% dei studianti dea Lìngua de Dante, i ga imparà el Talian ciuciando ntele tete dea so mama o imbrasso del so pupà !
Ntel nostro paese doparemo la Lingua Portoghesa, un idioma eoropeo dei primi paroni del nostro Brasil.
E serti dotorandi che i difende le so tese par laurearse, le risserca el Talian come tema.
Dopo, magari le crede chel sto idioma lé drio sparirse; no lè pi ricordà
.Vien in mente le bestiolete che magna el bevaron o le sémole e dopo le reversa el lebo a gambe alte...!
Grassia al Signor, adesso gavemo la Radio Talian Brasil e la la Revista Talian Brasil che mi la credo anca come la revista de tuto el mondo Talian, belìssima e ùnica!
Con 404 corepondenti virtuai, traverso el computer, semo drio mantegner contati con diversi paesi : Argentina, Mexico, Stati Uniti, Italia, Francia, Germania, Canadà e squasi tuto el Brasil.
Na referensa spessil al Jovino Castel e el so congiunto musical ndove lè stata mmusicada la me poesia ASVIRMONTAVE ( ASsociassion VIRtual MONdial del TAlian VEneto ) NADAL, che la mónega Giovanna Zanotto, de Roma, Italia la ga fato la ilustrassion.
La ga cipà el tìtolo de: VIEN DAL CELO.
Nantra persona che la mèrita esser mensionada la è la Dotoressa Giorgia Miazzo, giornalista italiana che la fa risserche a rispeto de Talian. Vui ingrassiar la vìsita e son testimonio del so bel laoro.
El me Blog do Talianeto el mantien tante contribuission par el nosto Talian.
El ga “visitanti” in tanti paesi del mondo.
Par diversi posti mi go fato scola de Talian.
A Erechim, Gaurama, Jacutinga, Ibirubá e Palma Sola, Santa Catarina.
Come autodidata go scrito diversi libri didàtichi e de studio del Talian che se pol catarli acessando USUARIO DISCUSSÃO TALIANETO ntea Wikipedia :
Abecedario del Talian, Dicionario Talian Portoghese, Vademecum del Talian, Cartilia Virtual. , Apéndisse, Verbi Taliani e altri che se pol védarli ntea Indisse.
Con la sgoeltessa de comunicassion moderna saria fàcile scominsiar na cadena de amicìssia e cultura, trucando e-mail scriti in Talian.
No podemo darghe credibilità a le reunion del Talian palando portoghese.
E, par doparar el Talian bisogna impararlo e volerghe bem.
No lè mia fàcile ma, le cose difìcile le deventa na sfida che solo la bona volontà la pol catar la solussion.
No ghe credo mia a quei che i dise che el pedo nemico del Talian lè el Italiano Oficial che me piase ciamarli de pupà e fiol, o due gemei..
Queste considerassion le ga el ogetivo de tornar realità la espression : MI SON TALIAN, GRASSIA A DIO..!




sábado, 23 de novembro de 2013

Arduino Zanela



Re: CONFERÊNCIA VIRTUAL DE CULTURA FEIBEMO Hoje em 5:24 PMParaHonório Tonial, Che gran piaser ricever risposta ala mia solicitassion de un nome Talian così importante come Honório Tonial!
Anca mi go imparà tela mia pìcola comunità che si ciama Linha Pilhal, munissìpio de Treze Tílias a Santa Catarina. Mi son nassesto la. I miei zii, i miei noni, el mio pupà, la mama e el mio fradel pì vècio i ze vegnesti da, ncoi, Cotiporã. El mio nono el parlea manco mal el portuguese ma la mia nona Veneranda Tomé Zanella la parlea sol talian. Così go impará Dopo leser el gional Correio Rio Grandense e libri de Naneto Pipetta. Da diese ani in quà, dopo pensionà, go scominsià leser libri dela editora Est. Son tornà anca mi un autodidata traverso leture a risserche.La gramàtica e i vostri scriti li congnosco ben.
El nono e la nona, imigranti, i ze vegnesti da Feltre - Belluno.
Ma, sora la cultura, i di d'incó toca tuto per la internet. E chi no se fa furbo, dassa el caval insilià passar!

Aliduino Zanella
www.feibemo.com.br

terça-feira, 19 de novembro de 2013

JOSÉ DIRCEU




fonte | A A A
A prisão do ex-ministro José Dirceu e cúmplices abre um precedente para os poderosos corruptos no país: não adianta ter dinheiro, fama,e amigos mandatários. Na cadeia, todos são iguais, e os reis ficam nus, literalmente. Um carcereiro do presídio da Papuda, em Brasília, conta o que será a rotina de revista na cela coletiva onde estão os mensaleiros. O agente aparece com a fala padrão: ‘Preso, para o fundo da cela! Tire a roupa. Abra as pernas. Agache até o chão. Levante. Abaixe de novo! Pode se vestir’.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Chico Buarque


Chico resistiu e resiste até o última vilania dos ditadores vermelhos (Reprodução/Internet) Procure Saber
Chico Buarque e o comunismo
Não deveriam comunistas como Chico Buarque dar o exemplo, renunciando a seus direitos autorais?
por Percival Puggina*

18 de novembro, 2013

fonte | A A A Chico Buarque ocupou durante algum tempo funções privilegiadas na minha geração. Namoramos ao som de Chico. Amamos com Chico. Dançamos Chico. Mal, mas dançamos. Chico enternecia corações, a virtude trepidava, a gente era feliz. E sabia. Éramos sócios remidos no clube da eterna juventude e bebíamos cada lágrima nos olhos tristes de Carolina. Quantas vezes passei braço nos ombros de Pedro Pedreiro e caminhei com ele, penseiro das mesmas divagações! Há um enorme repertório, produzido por seu talento poético e musical que, a cada reprodução, me arrasta pelos pés se for preciso à minha juventude e à Porto Alegre dos anos 70.

Foi nessa época, também, que se tornou conhecido o engajamento político de Chico e seu alinhamento com o partidão (PCB). Para ele e para muitos outros, foram tempos de interditos e censuras que tinham, cá entre nós, a marca do mau gosto. E de um inexplicável medo da música. Medo da música? Quem pode ter medo da música? Parodiando Stalin – quantas divisões tem um compositor que não sejam as dos compassos de sua canção? E a música de Chico, convenhamos, nunca produziu frêmitos revolucionários. Não, censurar Chico e tantos outros foi um erro. Mas não é essa a minha pauta. Quero falar do Chico engajado, sempre pronto a assinar qualquer mensagem de apoio ao comunismo e ao regime cubano. Resistiu e resiste até o última vilania dos ditadores vermelhos. Aquilo que nem Saramago suportou, a execução dos três negritos e a prisão de 75 periodistas e intelectuais independentes, ele engoliu com bom uísque e foi em frente. Ante o que levou Rigoberta Menchú à deserção, Chico deu de ombros. A mais do que cinquentenária ditadura castrista continua a lhe merecer incondicional reverência.

A polêmica disputa jurídico-legislativa entre o grupo Procure Saber (formado por celebridades musicais como Chico, Caetano, Milton Nascimento, Djavan, Erasmo e Gil) e a Associação Nacional de Editores de livros reabre a discussão sobre o direito de escrever e o direito de não ser objeto da escrita alheia. E aí, queiram ou não os membros do Procure Saber, entra a questão da censura, muito mal vista por todos enquanto estiveram sob seu infausto escrutínio. Não há como desfrutar, simultaneamente, as vantagens da celebridade e os benefícios do anonimato.

***

Berthold Brecht, com brutal franqueza, ensinava que a solitária virtude de quem luta pelo comunismo é a luta pelo comunismo. Quaisquer outras às quais nós conservadores ainda tentamos, aqui e ali, atribuir algum valor são irrelevantes para Brecht. Pois bem, o objetivo final do comunismo é a eliminação da propriedade privada. O Manifesto Comunista deixa muito claro o que Marx e Engels pensavam sobre a posse individual de bens (que segundo eles só era viável para alguns por não ser possível para todos). Dirigindo-se à sociedade burguesa, afirmaram no Manifesto: “Em resumo, acusai-nos de querer abolir vossa propriedade. De fato é isso que queremos”. Tal é o generoso projeto marxista ao qual Chico Buarque adere.

No entanto, direito autoral é uma legítima forma de propriedade. Tão propriedade quanto qualquer outra. Não deveriam os comunistas dar o exemplo, renunciando a seus direitos autorais? Ou estimulando sua desapropriação para, por exemplo, prover fundos ao Retiro dos Artistas, em suas tantas carências? O comunismo é uma ideia generosa e pródiga. Com os bens alheios.

* Percival Puggina (68) é arquiteto, empresário, escritor e titular do site www.puggina.org




sábado, 16 de novembro de 2013

LE ÙLIME PAROLE




LE ÙLTIM PAROLE.
Con novantadue ani de età la mónega Suzana la se ga amalà e le móneghete le se ga inzenocià in torno el leto, parché la era drio morir.
Smissiando i lavri, parea che la volesse bever.
La suora Gelina la va tor un bicer de late dea Barosa, pena mondesta.
La ga proa dàrghelo a la malada ma ela la ga refuga.
La torna in Cusina e la vede um litro de “uischi” (Caval Bianco) e
la ga fato na mistura col late.
La torna dàrghene un cuciareto e la suora Suzana la ga fato un segnal che la ghen volea incora.
E un cuciareto a la olta, la ga bevesto a la volontà.
Alora la è cascada in angonia.
Na suora ghe dimanda a la moribonda:
- Suora Suzana... Dìseme le to ultime parole..!
Ela la veder i oci e la ghe dise:
- No stè mia vender la Barosa!