segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Zio Poleto

Tio Poletto Hoje em 2:22 PMParaAdriana Poleto poleto, cezaee e adriane cezar e adriane, ANNALOIDE rEVISTA ANNALOIDE, 49 mais... Viventa! minha amiga! Vivente meu amigo: Desta feita, estou encostando o meu pingo no parapeito da porteira da tua estância para te dar um gritinho de Hô! de casa!e desejar-te muito Feliz Ano Novo e os seguintes, pra tu, teus familiares
e a todas as pessoas do teu relacionamento. Acolherado a este chasque
envio meus pedidos ao Divino Tropeiro para que com seu
Candeeiro Celestial ilumine todas as tuas andanças,
danças e festanças. Bom Dia Abraços.
Faço minhas as palavras do poeta
Jaime Caetano Braum,
para dizer pra você:
Feliz Ano Novo - indiada,
Feliz Ano Novo - gente,
É a maneira reverente
De iniciar esta payada,
Nesta hora iluminada
De pátria e de melodia
E o payador se arrepia
De tradição campesina
Na primeira sabatina
Do ano que principia!



Abraços pra os home!

Beijos pras Prendas!

ACRÓSTICO






ACRÓSTICO
Honório Tonial

LODE AL TALIAN

Anca la me nono la sá:
Repetindo, Te ghè imparà.
Te sè mia tute le parole?
E le deventa dure o mole?

Daghe la vita al morto
E profumo al bel fior
Leder drito o storto,

Tuto rimpienio de amor!
A le règole dea gramàtica?
Lè ben pi fàcile, la pràtica.
I maestri cari de sto Talian
Al insegno con vero afan
Nato par el ieri, incó e anca par diman.


domingo, 29 de dezembro de 2013

COMISÃO DA VERDADE

por Percival Puggina

29 de dezembro, 2013

fonte | A A A A mais grave dimensão da falsidade ocorre quando ela se torna estratégia de ação e estilo de vida. Quando isso acontece – e está acontecendo no Brasil – o caráter dos indivíduos é destruído e a credibilidade das instituições que por desventura eles comandem se converte em lama.
O artigo 1º da lei que criou a Comissão da Verdade (CV) atribui-lhe a tarefa de “efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional”. Memória, verdade e reconciliação. Qual a verdade que a CV busca? Ela busca conhecer os autores de crimes e agressões a direitos humanos que vitimaram os guerrilheiros e terroristas camaradas de dona Dilma. Os muitos crimes e violações cometidos por essa mesma turma estariam inteiramente perdoados, esquecidos, cobertos por grossa camada de errorex, e rendem vultosas indenizações aos que os perpetraram. Para os comissários da CV, a anistia valeria para tais crimes, acima de qualquer dúvida. E a reconciliação? Ora, os proponentes e executantes dessa farsa, ungidos de falso espírito pacificador, assumiram uma tarefa em que não creem. E isso é farsa. Eles não acreditam em reconciliação (a menos que renda votos, como num abraço entre Lula e Maluf). Creem, nisto sim, em conflito, em revanche e em vingança. Tudo isso é ou não fraude ao Direito, à memória, à verdade e à História? Mas a falsificação, uma vez iniciada, não pára mais.
Querem outro exemplo? Quem pode considerar legítimos esses índios que vemos em Brasília, mobilizados pela governamental Funai, reivindicando demarcações de territórios para suas “nações”? Índios de caminhonete, calça jeans e que se abastecem em supermercados? Índios exibindo cocares zero quilômetro, com vistosas e irretocáveis penas de pobres aves, sem ninguém por elas? No entanto, os falsários, financiados por interesseiras ONGs internacionais, articulam para que obtenham cada vez maiores extensões de reservas, como se ainda vivessem, todos, da caça e da pesca. Pura manobra diversionista. O verdadeiro botim é a extraordinária biodiversidade e são as riquezas do subsolo.
Não são menos fraudulentos, por sua vez, muitos dos “quilombos” que pipocam em áreas nobres do território e do meio urbano nacional. Os falsários organizam esses grupos de interesse, insuflam ódio racial, excitam a cobiça, prometem vantagens patrimoniais, inventam fábulas sobre inexistentes quilombos e cuidam de ampliar o número de falsos quilombolas.
Uma vez assumida como estratégia de ação e estilo de vida, a falsidade se impõe em tudo. Por isso, os falsos dossiês, encomendado a falsários profissionais. Por isso se falsificam as informações sobre as contas públicas com a tal “contabilidade criativa”. Por isso Dilma, ungida candidata à presidência, é apresentada à nação como grande gestora de um governo enrolado e enrolador. Por isso se apressam em fazer o que muito condenaram para não enfrentar o fracasso de soluções que nunca tiveram. Por isso diziam que o PT não era como “os partidos tradicionais” e tinham razão – o PT é um partido que protege bandidos. Por isso o falso apreço a direitos humanos, um apreço que tem cor partidária, que tem afeições e ódios ideológicos. Por isso as falsificações ditadas pelos mandamentos do “politicamente correto”, que transformam reivindicações grupais e pautas políticas em pretensos direitos humanos.
A lista seria inesgotável. Os falsários compreendem suas estratégias e métodos como elementos da disputa e da preservação do poder e os aplicam em tudo. O certo, a verdade e o bem integram uma esfera de temas que sequer conhecem, onde não vão e onde não operam. Nos espaços em que atuam habitualmente não incidem exigências de ordem moral que não estejam referidas à manutenção do poder. Para quem ainda não percebeu, é a mesma ética assumida pelos falsos mártires do mensalão.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Darcy Luzzatto EL NADAL

El Nadal

Se ghe ze un di che a mi no’l me piase,
ma che no’l me piase pròpio gnent,
l’è el di de Nadal!
L’è par mi un di come i altri, ma tase,
non vui mia intrigarme co la gent,
stao zito, par non parlar mal!

Quando credeva, go scrito anca mi,
poesie e stòrie sora el Gesù Bambin,
sora la festa del Nadal!
M’adesso i ze ani che non scrivo pi!
Parché? S’invesse de rose ghè dei spin,
e de busie un festival?

Mi vardo la gent, i par tuti contenti,
i se abrassa, i ride ... Quanta ipocrisia!
Ma l’è Nadal!
I pararia fin che i fusse tuti parenti,
ma in fondo in fondo tanti i volaria
ferirte, a tradimento, co’n pugnal!

Ah, cari amissi, ve domando scuse,
se son deventà agro e cossì amaro ...
Scuseme, del bon, l’è Nadal!
Valtri, deromai squasi tuti ntele buse,
ossi, strasse, scuro, gnessuna luse,
e dela vita eterna? Gnessun segnal!

Le Feste i le ga inventade i furbanti,
che i v’impromete eterna felissità!
E i aprofita el Nadal,
par ciuciar fin l’ùltimo scheo dei gnoranti
fàndoghe creder nte nantra vita al de là,
ndove no i patiria pi de gnessun mal!

Che pori gnochi che semo stadi, mia vera?
A ’verghe credesto a sti ‘pastori’! Pori cani,
pensando de liberarse de ogni mal,
se gavemo assadi strassinar nte sta tera,
a forsa de bale, de busie e d’altri ingani,
fra de tanti, anca quel del Nadal!
D.L.L.
La Pinta, Nadal del 1013.



sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Percival Puggina

20 de dezembro, 2013

fonte | A A A Mensalão, você sabe o que é. É aquele crime que levou José Genoíno a demitir-se da presidência nacional do PT em 9 de junho de 2005 e o mesmo crime pelo qual Tarso Genro, ao substituir Genoíno no posto, pediu a “refundação” do partido. É o mesmo crime que conduziu à exoneração de José Dirceu do cargo de ministro-chefe da Casa Civil em 16 de junho de 2005. O mesmo crime pelo qual Lula pediu perdão ao país, em rede nacional, no dia 12 de agosto de 2005. O mesmo crime que, em setembro de 2005, constrangeu centenas de militantes e dirigentes petistas a deixar o partido, filiando-se ao PSOL. O mesmo crime que justificou a cassação do mandato de José Dirceu pela Câmara dos Deputados, em 1º de dezembro de 2005, numa votação secreta, com placar de 293 votos a favor e 192 contra. O mesmo crime que foi reconhecido como existente pelo atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em entrevista à revista Veja, na edição do dia 20 de fevereiro de 2008. O mesmo crime que deu causa à condenação de 25 réus por um plenário do STF onde oito dos 11 magistrados foram indicados pelo PT. O mensalão é o mesmo tipo de crime que os petistas, em uníssono, acusam ter ocorrido anteriormente em Minas Gerais, num governo tucano (o processo está no STF aguardando decisão sobre onde deve ser julgado).
O mensalão é, também, por fim, aquele crime que as mesmas legiões de petistas, em misto de exaltação cívica e amnésia seletiva, punhos erguidos ao vento, afirmam, agora, que simplesmente não existiu! Gerou uma hecatombe interna, mas não existiu. A gente compreende. É a causa. Ela sempre está em primeiro lugar. Ela ocupa o centro de um altar onde tudo se sacrifica – a verdade, a história, a lógica, o amor próprio. É o velho tema dos fins e dos meios, que todo mundo conhece. Uns cospem fora. Outros engolem sem nenhuma dificuldade.
Durante muitos anos, a disciplina da base do governo vinha sendo mantida com a liberação de emendas parlamentares. Era um mecanismo que funcionava em três tempos: 1º) o congressista apresentava propostas pessoais ao Orçamento da União, dentro de um limite que neste ano ficou em R$ 15 milhões para cada um, destinando os recursos para demandas de suas bases eleitorais; 2º) o Congresso aprovava o Orçamento; 3º) as emendas só eram liberadas, gradualmente, ao longo do exercício, segundo o bom comportamento do seu autor nas votações de interesse do governo. Nesse caso, para que o mensalão? Ora, o Mensalão foi um adicional, um “por fora”, agregado a algumas bancadas, ou a parte delas, para – digamos assim – aumentar o entusiasmo da adesão dos deputados ao governo petista. Congressista feliz com o governo faz o governo feliz.
Tivessem os líderes dos partidos beneficiados com os repasses do mensalão revelado os nomes dos colegas recebedores, haveria, certamente, mais de uma centena de réus no processo. Os líderes, no entanto, suportaram sozinhos os ônus do criminoso papel desempenhado. Roberto Jefferson, líder do PTB, indagado sobre quem recebera os valores que lhe foram entregues, respondeu que isso ele não revelaria nem amarrado num toco levando chicotada.
E agora? O Congresso Nacional aprovou, há poucos dias, um projeto que torna obrigatória a liberação das emendas apresentadas pelos congressistas, com a condição de que sejam destinadas à saúde pública. É um avanço. Acabou a chantagem do governo sobre os parlamentares através da liberação ou não dos recursos correspondentes às emendas que apresentam. E acabou também o mensalão, porque dá cadeia. Como fica, então, a negociação do governo com sua base, na ausência de moeda de troca? Como assegurar-se a fidelidade de uma base habituada a negociar periodicamente seu apoio ao governo?
A política nacional desceu a um nível baixíssimo. O presidencialismo multipartidário de cooptação impõe seus rasteiros estratagemas de governabilidade: apoio é coisa que se compra. De momento, o governo tem apenas cargos para oferecer. Isso não basta, os cargos já estão ocupados e não assegura maioria para todas as votações em que sua base deve permanecer unida. Que será que vem por aí? O sistema ficou manietado!

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* Percival Puggina (68) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org



LA FELICITÀ




LA FELICITÀ VIRTUAL ..!
Honório Tonial

El me nome lè Felícità..!
Fao parte dea to vita.
De quei che vive in Amicìssia.
Parche, ver Amighi lè deventar Felice!
De quei che convive con le persone. Come ti..!
Parché, così, se resta tuti felici..!
De quei che crede che el geri lè el Passà
Diman, lè el Futuro e Incoi lè un regalo, un Presente..!
De quei che ghe crede a la Forsa del Amor..!
Che la Vita la è na bela Stòria che no la ga fin..!
Mi son Maridada, savéo? Maridada con el Tempo..!
Lu lè responsàbile par la solussion de tute le Magagne,
Che le fa tanto mal al Cuor..!
Lu el remedia i Patimenti e el spanta la Tristessa..!
Mi e Tempo gavemo trè fioi: La Amicìssia, la Sapiensa e el Amor..!
La Amicíssia la è na bela ragassa, alegra e la brila come el Sol..!
In meso, la Sapiensa, studiada, sempre insieme col Pupà Tempo!
El pi caro lè el Amor..! El pi desiderà de tuti..!
Quando el scomìnsia a barufar, mi ciamo so Pupà, el Tempo.
Questo el spegassa qualche malfato e el cura i Ferimenti..!
Riva el momento de cognosser la Pace..!
Par tuto questo, mi ghe credo a la me Fameia..!
Gràssie Tempo, gràssie Sapiensa, gràssie Amor..!
Con la vostra Compagnia mi me ciamo : FELICITÀ.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Nedi Terezinha Locatelli

Feliz Natal Nedi Terezinha Locatelli Dez 18 em 7:46 PMParaAdemir Dalla Santa, Agazzi, Airto Brank, 185 mais...Anexos~Natal amigos.pdf Fazer o download de tudo


Amico(a), sensa tempo o grandessa,
Questo ano, ti te ze stato(a) Nadal
diverse olte nela mia vita. Gràsie!
Per questo, son sicura che nel 2014
te gaverà forsa e coraio per ndar
avanti drio sfide e realisassione.
Tuto de bon e de bel nela tua vita.
La benedission de Gesù Bambino!




Amigo(a), sem tempo ou tamanho,
Neste ano, você foi Natal por diversas vezes na
minha vida. Obrigada! Por isso, tenho certeza que
em 2014 terá força e coragem para ir adiante atrás
de desafios e realizações. Tudo de bom e de bonito
na tua vida. A bênção do Menino Jesus!
--

Nedi Terezinha Locatelli
Ipumirim - SC